Portal Crédito e Cobrança - O Nº 1 em Relacionamento com Clientes no Brasil Artigos A era dos robôs ficou no passado Instituições de crédito de pequeno e médio porte devem explorar novos mercados
Autor: Almir Carrion
 
Com o assédio dos bancos de grande porte no Brasil ao mercado de crédito consignado, as instituições de pequeno e médio porte deverão se estabelecer em novos setores para evitar a dilapidação dos resultados. Essas instituições focaram durante longo período em consignado, com uma operação enxuta e enquadrada nessa realidade, sem back office de crédito e um setor de crédito propriamente dito.
 
Neste novo cenário, muita coisa deverá ser recriada e remontada, forçando as instituições menores a entrar em novas modalidades de crédito, como veículos, crédito pessoal  e CDC, mas principalmente, obrigando-as a se adequarem às necessidades destas modalidades.
 
É inimaginável o ingresso ou retorno com oferta nos produtos acima citados sem o investimento em ferramentas de automação e refinamento da concessão de crédito, além de outras soluções de maior eficiência operacional, que proporcionem a redução dos altos custos com TEDs e head count que inviabilizariam tal ingresso. A era dos robôs de extração/inclusão de dados, e mecanismos de liquidação diferente da TED são coisas do passado.
 
O alento a essas instituições é que a indústria de software para o segmento financeiro avançou no atendimento a estas necessidades nos últimos anos, além de tornar estas tecnologias mais acessíveis com a adoção do modelo SaaS (software como serviço) na modalidade de contratação, fato que reduziu o custo e tempo de implantação gritantemente.
 
Desta forma, opções antes disponíveis somente para instituições de grande porte, como modelagem de score personalizado por produto e comercializado no modelo SaaS, esteira completa de decisão, Workflow, Front-end entre outras facilidades, estão disponíveis para comercialização hoje para instituições com qualquer volume.
 
Portanto, o cenário desafiador poderá ser facilmente navegado para aquelas instituições que combinarem estratégias de produto bem definidas com a adoção de vanguarda tecnológica que suporte estas estratégias.
 
Almir Carrion é diretor de assuntos institucionais da C&M Software.

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