Equilíbrio na cobrança
Na hora da negociação é importante definir o canal que traz o melhor custo-beneficio 21/11/2013 02:00
» André Luiz Marques
A eficiência requer investimentos. No momento da cobrança cada canal terá seu resultado, com equilíbrio na balança "custo-benefício". De acordo com André Luiz Marques, diretor da RBZ Consultoria, a melhor eficiência será sempre o contato direto com o inadimplente "in loco", porém, esse tipo de cobrança será realizada somente nos contratos de maior risco, ou, de grande impacto em 'performance'.

Em outro plano e com custo gerencial suportável, o telefone tem eficiência em resultado e ainda promove a fidelização do cliente. "A busca de melhor e mais rápido resultado é contínua, e nesse prisma, temos o telefone, como melhor e mais rápido, porém ainda, com custo 'salgado' em nossas operadoras", afirma.

Para o diretor, o canal muda de acordo com a velocidade que o contratante pretende reaver o seu crédito e gás de investimento que poderá ser destinado a cada carteira. E, por meio de uma 'scoragem', é possível definir previamente o melhor canal a ser utilizado. "Analisando somente o cliente, teremos os valores de débitos mais representativos, com potencial elevado de investimento para recuperação", explica.

On-line 
Marques aponta que apesar de os meios digitais estarem crescendo o uso deles em grande escala ainda está distante, pois os canais de atendimento on-line são pouco contatados, já que a cobrança exige a iniciativa no acionamento. "Além disso, a grande maioria dos acessos à nuvem ocorrem em horários não comerciais restringindo o canal de comunicação on-line", explica.

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